Os Campos de Palmas sob lua cheia


Há uma semana, o amigo Tom Grando me presenteou com um grandioso passeio: a ida e volta à sua linda propriedade próxima ao povoado de Limoeiro, no município catarinense de Água Doce. Trata-se de uma área de cerca de 135 hectares: 50 ha de campo natural e 85 ha de floresta nativa. Tom herdou a propriedade do seu pai, que manteve ali uma serraria explorando unicamente araucária (Araucaria angustifolia), e que foi fechada em 1972. Hoje, a araucária está novamente abundante ali. Já que a serraria explorava apenas exemplares com diâmetro à altura do peito superior a 40 centímetros, as araucárias atualmente presentes devem ter idade máxima de aproximadamente um século. Chama atenção na floresta a abundância de gigantescos exemplares da imbuia (Ocotea poroso), tanto árvores vivas quanto troncos prostrados no chão. O tronco de uma imbuia morta (caída naturalmente, ou abatida) permanece intacto por décadas, quem sabe, meio século, como testemunha do seu majestoso passado. A decomposição da madeira da imbuia é lentíssima: não se vê um único cogumelo no seu tronco deitado na floresta.

 

Tom batizou a propriedade como “Reserva Alba Maria” (abreviada como RAM nesta carta), em homenagem à sua mãe, que amava o local. Na área da RAM, a altitude varia de 1145 m s.n.m., na margem dos rios, a 1275 m no topo do morro. Na classificação vegetacional, este tipo de floresta é tratado como “floresta ombrófila mista alto-montana” (Veloso et al., 1991). O campo é chamado de “estepe gramíneo-lenhoso” (IBGE, 2004), ou “savana gramíneo-lenhoso” (Leite & Klein, 1990). A região faz parte dos conhecidos “Campos de Palmas”, atualmente bem ameaçados (Grando Jr. & Bornschein, 2004), e que estão sendo substituídos por plantações de soja e Pinus. A RAM ficou como uma ilha dentro do grande “Mar de Pínus”.

 

A RAM fica a apenas 21 km da divisa com Paraná. A divisa interestadual coincide, praticamente, com o divisor das águas: ao lado paranaense tem a Bacia do Iguaçu e ao lado catarinense tem a Bacia do Uruguai.

 

Chegamos na RAM em 16 de maio, por volta de meio dia e saímos em 19 de maio, um pouco antes do meio dia. Este período de três dias em total não foi suficientemente longo para eu poder explorar a área toda, mas serviu para obter uma boa impressão geral.

 

Tabela 1. Tempo durante os dias do trabalho de campo.

Localidade Tempo (meteorologia) Maio de 2019: dia
16 (tarde) 17 18 19 (manhã)
Água Doce, SC: “Reserva Alba Maria” Cobertura pelas nuvens parcialmente ensolarado totalmente nublado parcialmente ensolarado ensolarado
Precipitação zero (sem chuva, sem neblina, sem orvalho) breve chuvisco muito fino, no fim da tarde um pouco de orvalho
Força do vento vento fresco brisa moderada
Palmas, PR: estação meteorológica Temperatura (ºC) (1) máxima 25 29 31 34
mínima 22 23 22 24

(1) Fonte: https://www.accuweather.com/pt/br/palmas/36879/month/36879?monyr=5/01/2019

 

Tudo o que descreverei a partir daqui, refere-se à RAM.

 

 

GADO NA FLORESTA

Tom, seguindo à tradição de boa vizinhança estabelecido pelo seu pai, permite o acesso ocasional à sua propriedade pelo gado bovino criado pelo vizinho. Nos excrementos deste gado, encontrado por toda parte no campo e na floresta, vi oito espécies de cogumelos diferentes, inclusive duas alucinógenas (Panaeolus cinctulus e Psilocybe cubensis). Isto mostra que tinha chovido bastante no período que antecedia a nossa visita.

O gado está mantendo bem aberta uma parte da floresta e ali se desenvolveu uma camada quase ininterrupta da Pseudechinolaena polystachya (pastinho-de-mato). Na margem da floresta domina outra espécie rasteira, igualmente apreciada pelo gado: Axonopus sp. (grama-comum-estreita). As partes da floresta pouco visitadas pelo gado, como no topo do morro, costumam ficar quase impenetráveis, devido a abundância de duas espécies de taquara: uma Chusquea (de caule oco), e uma Merostachys (de caule sólido), a última bem menos abundante. Alternando com essas taquaras, grandes trechos da floresta são totalmente tomados pela ciperácea Rhynchospora cf. corymbosa (navalho-de-macaco). Além disso há moitas de uma espécie de Miconia nas áreas mais luminosas.

Dentro da floresta encontrei nada menos que quatro espécies de borboletas da subfamília Satyrinae e uma delas, Godartiana muscosa, chega a ser abundante. A maioria das satiríneas é quase uniformemente marrom, mas Eteona tisiphone, da qual vi apenas um exemplar, mostra um belo contraste branco-preto. As larvas de E. tisiphone se alimentam de bambus e aquelas de G. muscosa de ciperáceas (Brown Jr., 1992).

 

OS RIOS

Uma parte da RAM tem limites naturais em forma de rios: o Chapecozinho e o Limoeiro. Estes rios são tão rasos que, por toda parte, podem ser atravessados de botas sem que essas inundem. Em ambos os rios a água, que corre veloz, é tão transparente que se vê perfeitamente a camada verde cobrindo o fundo rochoso e que consiste de uma espécie de Podostemon (flor-da-cachoeira). Em direção à margem, onde a água segue menos rápida, ocorrem outras duas plantas subaquáticas: Eleocharis sp. (junco-fino) e Myriophyllum aquaticum (pinheirinho-d’água). Nos locais com algum sedimento terroso é abundante a “margarida” nativa Leptostelma maximum. Destas quatro espécies, nenhuma estava florida durante a minha visita.

Pernilongos (Culicidae) são abundantes na margem destes rios. Na margem do Chapecozinho vimos um solitário, nada arisco, Serpophaga nigricans (joão-pobre), caçar com ímpeto estes e outros insetos aquáticos.

 

PLANTAS E BORBOLETAS NO CAMPO

A sede da RAM é um charmoso complexo de três casinhas de madeira, situado no centro da área de campo (ver foto). Apesar de recém-construídas, as casinhas já são visíveis na última imagem de Google Earth. Por estarem localizadas praticamente no topo do morro, onde quase sempre venta, ali não há o incomodo dos referidos pernilongos. O panorama nas varandas destas casas é deslumbrante, dia e noite! À luz da lua cheia vimos no campo um solitário cachorro-do-mato (Cerdocyon thous), que se aproximava da casa. Morro abaixo, ao lado afastado do vento, em dias ensolarados pode haver algum incomodo causado pelos borrachudos (Simulium spp.). Mutucas (Tabanidae) estavam totalmente ausentes no período da minha visita.

O componente arbustivo da vegetação “gramíneo-lenhoso” consiste de apenas duas espécies: Mimosa regnellii var. supersetosa (juquiri) e uma pequena mirtácea arbustiva. Ao contrário desta Mimosa, que estava com infrutescências velhas e secas, a mirtácea se encontrava em estado vegetativo (sem flor, sem fruto) e, consequentemente, não foi identificada.

Segundo Tom, um mês antes da nossa visita, este campo estava todo florido e cheio de borboletas. Encontramos na casa duas borboletas mortas, que aparentemente restavam daquela “safra”. Tratava-se de representantes do complexo vulgarmente conhecido como “os 88”, devido ao desenho nas asas. Foram Diaethria candrena e Callicore pygas. Estas espécies costumam ser vistas bebendo no chão, neste caso se tratando, provavelmente, da estreita zona de terra nua ao redor das construções. Tom me mostrou uma foto tirada ali há um mês, mostrando uma concentração de borboletas moribundas. Tratava-se Morpho epistrophus catenaria, conhecida como “azulão-branco” (Buzzi, 2009) e cuja larva se alimenta de Matayba elaeagnoides (camboatá) e Inga spp., ambas ocorrentes na floresta da RAM. O gênero Inga está ali representado por I. lentiscifolia (ingá-ferro), uma espécie típica das terras altas.

No momento da visita, apesar da grande florada ter se encerrada, ainda dava para notar quais devem ter sido as plantas do campo que mais atraiam borboletas há um mês. Creio que foram as seguintes espécies subarbustivas, todas elas abundantes no campo: Vernonanthura montevidensis (vassoura), uma espécie de Eupatorium s.l., Baccharis dracunculifolia (vassourinha) e as carquejas B. milleflora e B. cf. trimera.

Durante a nossa visita restavam pouquíssimas plantas floridas no campo. Entre elas se destacavam duas lindas espécies herbáceas: Oxalis myriophylla (azedinha-milefólia), com flores amarelas e folhas miúdas, bem pilosas e Glandularia catharinae (camaradinha), com flores roxas e as folhas bem divididas. No campo vi apenas uma borboleta: uma espécie de Hesperiinae, visitando as flores de Elephantopus mollis (sucaiá).

 

EPÍFITAS

As epífitas vasculares da RAM são, quase exclusivamente, samambaias. Vi apenas quatro epífitas angiospermas, todas elas representadas por pouquíssimos exemplares. Foram Tillandsia cf. stricta (cravo-do-mato), uma outra bromeliácea (não identificada), a cactácea Lepismium houlletianum e Peperomia tetraphylla var. tenera (erva-de-vidro), a última com lindos verticilos de quatro folhas finamente pubescentes. Destas, apenas a Peperomia foi encontrada florida.

 

SAMAMBAIAS

O grupo de samambaias está bem representado na RAM, tanto pelas epífitas quanto pelas espécies terrestres. Asplenium incurvatum foi a samambaia florestal que mais me encantou. Ela tinha subida alto num tronco vivo de imbuia e também a encontrei crescendo no chão. Seu caule, de 12 mm de diâmetro, é coberto com uma densa camada de escamas filiformes, até 5 mm de comprimento, ligeiramente adpressas, marrom-escuros, e cujo aspecto lembra à pelugem macia de um roedor ou morcego. Já que a planta não tem nome popular, eu vou propor aqui: “asplênio-morcego”.

No campo aberto ocorrem basicamente duas espécies de samambaias: Pteridium arachnoideum (samambaia-das-taperas-aracnóide), muito abundante e Blechnum brasiliense, de tamanho caracteristicamente reduzido em relação aos exemplares vistos nas áreas úmidas à margem da floresta.

 

XAXINS E PALMEIRAS

Na RAM encontrei apenas uma espécie de xaxim: Dicksonia sellowiana (xaxim-bugio). É bem abundante na floresta, onde, nos locais mais afastados morro acima, ocorrem exemplares majestosos, com caules até 5 m de altura e 45 cm de diâmetro à altura do peito. Muitos exemplares têm o caule inteiramente coberto com uma outra samambaia: uma espécie de Trichomanes.

A já mencionada Blechnum brasiliense (xaxim-petiço, samambaiaçu-do-brejo) é abundante próxima aos rios, mas nesta região ela não se comporta como “xaxim”: não forma caules, ao contrário do que ocorre na região litorânea.

Palmeiras são, aparentemente, ausentes. Segundo Tom ocorre na RAM um único exemplar da nativa Butia eriospatha (butiá-da-serra).

 

PINUS, EUCALIPTO E COGUMELOS COMESTÍVEIS

Na reserva ocorre também um único exemplar de Pinus, no meio do campo e bem chamativo na imagem de Google Earth. Tom resolveu deixar este belo exemplar em paz. Ele tem percebido que, na região dos Campos de Palmas, Pinus não se comporta como o invasor agressivo que tão bem conhecemos dos Campos Gerais.

Como já mencionei, a RAM está totalmente circundada por plantações de Pinus e Eucalyptus. Na maior parte do ano, caminhar numa monocultura destas árvores é bem deprimente. Mas, neste período frio do ano, aquelas plantações de repente se tornam interessantes, devido a possibilidade de encontrar nelas consideráveis quantidades de cogumelos comestíveis, associados a essas árvores exóticas. Nas plantações ao redor da propriedade de Tom encontramos cinco espécies de cogumelos comestíveis, todas exóticas e introduzidas com os seus hospedeiros:

Eucalyptus sp.: Laccaria lateritia;

Pinus elliottii: Boletus edulis var. edulis, Laccaria proxima, Lactarius deliciosus e Suillus cothurnatus.

Também encontramos duas espécies de cogumelos venenosos associadas a Pinus: Amanita muscaria e Scleroderma citrinum.

Para mim, encontrar Boletus edulis foi a grande surpresa desta viagem! Conheço bem esta espécie da minha terra natal, Holanda, onde ela está no topo da lista dos cogumelos considerados mais saborosos.(a) O seu primeiro registro no Brasil foi feito em 2001, em Gramado, RS (Sobestiansky, 2005). Desde então, ela tem sido encontrada em outras localidades frias do Sul do Brasil. Trata-se de um cogumelo enorme: nas plantações ao redor da propriedade de Tom encontrei muitos exemplares com chapéu alcançando 18 cm de diâmetro e com estipe de até 13 cm de comprimento e 5 cm de diâmetro na parte inflada (em exemplares maduros, o estipe é tipicamente ‘barrigudo’). Um exemplar deste tamanho pode representar uma refeição completa de uma pessoa. Creio que os produtores brasileiros de Pinus devem seriamente considerar a possibilidade de coletar este cogumelo para fins comerciais. A forma de venda mais prática seria em forma seca (a secagem feita em local próximo, numa estufa própria), devido a distância entre as plantações e os centros de consumo. O mesmo vale também para as outras espécies comestíveis destas plantações, apesar delas, no ‘ranking do sabor’, estarem bem abaixo de B. edulis.

Obviamente, também na floresta nativa ocorrem muitas espécies de cogumelos comestíveis. Mas, lá a diversidade de espécies é tão grande que, para um não-especialista, seria bem grande a possibilidade de “errar” na identificação. Assim, a floresta nativa é bem menos propícia para uma coleta comercial de cogumelos

Nos habitats nativos da RAM encontrei as seguintes espécies de cogumelos comestíveis:

– campo: Lepista sordida;

– floresta: Agaricus (quatro espécies diferentes), Armillaria puiggari, Auricularia fuscosuccinea, Coprinellus diseminatus, Oudemansiella cubensis, Pleurotus pulmonarius, Polyporus tenuiculus e Psathyrella candolleana. Muitas outras espécies nativas encontradas na RAM devem ser comestíveis também (penso, particularmente, nos gêneros Dactylosporina, Hohenbuehelia, Pluteus, Psathyrella e Tyromyces), mas até agora ninguém as testou.

 

AVES E OUTROS VERTEBRADOS

Todas as aves insetívoras do verão já tinham partido.

As espécies que mais escutei na RAM, ao longo do dia, foram tiriba (Pyrrhura frontalis) e gralha-picaça (Cyanocorax chrysops), passando em bandos. Na área de campo, ouve-se o tico-tico (Zonotrichia capensis) e, em alguns horários, curicaca (Theristicus caudatus), choca-de-chapéu-vermelho (Thamnophilus ruficapillus) e pitiguari (Cyclarhis gujanensis). Dentro da floresta, o canto mais presente pertence ao pula-pula-assobiador (Myiothlypus leucoblephara). Ás vezes se ouve, de longe, o canto do inambuguaçu (Crypturellus obsoletus).

Ao total registrei 21 espécies, duas delas encontradas somente na hora da partida, na granja do vizinho: o bem-te-vi (Pitangus sulphuratus) e o canário-da-terra (Sicalis flaveola).

Além do já mencionado cachorro-do-mato, vimos alguns exemplares da lebre-europeia (Lepus europaeus), na lavoura do vizinho. Também encontramos pegadas de um veado (Mazama sp.). No fim de semana, encontramos caçadores em busca de javalis (Sus scrofa).

Não encontramos répteis e não escutamos anfíbios, mas isto não surpreende, pois estamos na estação fria.

 

AUSÊNCIAS

Já que este foi o meu primeiro encontro com os Campos de Palmas, a aparente ausência na RAM de algumas espécies comuns/grupos bem representados no leste do Paraná, surpreendeu-me na mesma medida que me encantei com a presença de outras ainda não conhecidas.

Limitando-me às plantas vasculares, nas minhas caminhadas pela RAM não encontrei:

– espécies de Selaginella, nem qualquer outra licófita;

– representantes da Cyatheaceae (xaxins espinhentos);

– representantes de Rhipsalis (cactáceas epifíticas);

– exemplares de Podocarpus lambertii (pinheiro-brabo), Syagrus romanzoffiana (gerivá), Tillandsia usneoides (barba-de-velho) e Schinus terebinthifolius (aroeira-vermelha).

Surpreendi-me também com a ausência na RAP de um grande número de espécies invasores hoje abundantes no Primeiro planalto paranaense e, na maioria, provenientes do Velho Mundo. Durante esta visita identifiquei, dentro da RAP, um total de 91 espécies de angiospermas (muitas delas não em nível de espécie, por não se encontrarem férteis) e, destas, apenas quatro procedem do exterior. Estas são Centella asiatica (cairuçu-asiático), Lolium multiflorum (azevém), Cyperus rotundus (tiririca) e Rumex sp. (labaça). As últimas duas ocorrem somente ao redor de um alimentador de gado no meio do campo, este local sendo o único ponto de caráter verdadeiramente ruderal encontrado dentro da RAM.

 

ECOTURISMO

Tom pretende desenvolver ecoturismo na RAM, com passeios a cavalo restritos a trilhas preestabelecidas (incluindo as plantações de Pinus, na estação dos cogumelos).

Na minha opinião, o potencial desta propriedade em particular, e dos Campos de Palmas em geral, para atividades ecoturísticas é COLOSSAL!

 

AGRADECIMENTOS

Estou muito grato a Tom, pela sua hospitalidade e por ter me oferecido esta bela oportunidade de conhecer um pouco dos Campos de Palmas. Agradeço também a Oswaldo Meneguzzi e Caroline Maciel, vizinhos da propriedade de Tom, por nos ter permitido visitar as suas plantações de Pinus. Por fim, agradeço a família Meneguzzi (Oswaldo e Inês, Fernando e Jaqueline), pelo muito agradável encontro de consumo de pinhão assado, vinho e cogumelos, em plena noite de lua cheia!

 

(a) Nome vulgar de Boletus edulis var. edulis em alguns países europeias: Borowik szlachetny (Polônia), Calabaza (Espanha), Cèpe de Bordeaux (França), Echter Steinpilz (Alemanha), Gewoon eekhoorntjesbrood (Holanda), Penny bun (Reino Unido), Porcino (Itália).

 

 

REFERÊNCIAS

Brown Jr., K.S. 1992. Borboletas da Serra do Japi: diversidade, hábitats, recursos alimentares e variação temporal. Em: Morellata, L.P.C. (Ed.). História natural da Serra do Japi. Ecologia e preservação de uma área florestal no Sudeste do Brasil. UNICAMP/FAPESP, Campinas, pp. 142-187.

Buzzi, Z.J. 2009. Nomes populares de insetos e ácaros do Brasil. Edit. UFPR, Curitiba. 629 pp.

Grando Jr., E. & M. Bornschein. 2004. Campos de Palmas. Em: Bilenga, D. & F. Miñarro (Eds). Identificación de Áreas Validosas de Pastizal en las pampas y campos de Argentina, Uruguay y sur de Brasil (AVPs). Buenos Aires: Fundación Vida Silvestre Argentina, p. 204. Disponível: http://awsassets.wwfar.panda.org/downloads/libro_avps__bilenca_y_minarro_2004_.pdf

IBGE (Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 2004. Mapa de vegetação do Brasil, Ed. 3. IBGE. 1 mapa. 90 x 100 cm. Escala 1:5.000.000.

Leite, P.F. & R.M. Klein. 1990. Vegetação. In: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Geografia do Brasil. Vol. 2. Região Sul. IBGE, Rio de Janeiro, pp. 113-150.

Sobestiansky, G. 2005. Contribution to a macromycete survey of the states of Rio Grande do Sul and Santa Catarina in Brazil. Braz. Arch. Biol. Technol. 48: 437-457.

Veloso, H.P., A.L.R. Rangel Filho & J.C.A. Lima. 1991. Classificação da vegetação brasileira, adaptada a um sistema universal. Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rio de Janeiro. 123 pp.

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